NATORALMENTE…

Para uma vida saudável. Por um mundo melhor.

Outubro 31, 2008

Arquivado em: ibope — Patrícia Magalhães @ 12:03 am
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H2O Outubro 30, 2008

Arquivado em: vinhetas — Patrícia Magalhães @ 5:07 pm
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Achei bonitinho:

 

 

Cereal killer Outubro 29, 2008

Arquivado em: comes e bebes — Patrícia Magalhães @ 6:02 pm
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Se você é do tipo que se transforma em cereal killer toda manhã, crie a sua própria vítima em casa. Hoje resolvi tentar fazer meu próprio muesli, pois estou com um estoque ridiculamente grande de aveia. Ficou gostoso, assim:

 

 

Eu diria que o muesli é a granola que não foi ao forno. Foi descoberto pelo médico suíco Max Bircher-Benner, e é basicamente uma mistura de aveia, frutas e castanhas/nozes/amêndoas. E a aveia, caros colegas, é um cereal recheado de benefícios; segundo a wikipédia, “o consumo de aveia [...] está associado ao controle da glicemia (açúcar no sangue), manutenção e diminuição do colesterol sanguíneo, controle da pressão arterial e regulação do trânsito intestinal, evitando a obstipação (intestino preso)”.

 

Para fazer o meu próprio muesli, brinquei com o que eu tinha no armário e cheguei à seguinte receita:

 

2 xícaras (chá) de aveia em flocos grossos

3/4 xícara (chá) de coco ralado (seco, daquele vendido em pacotes no mercado)

1 xícara (chá) de uvas-passas

3/4 xícara (chá) de nozes picadas

 

Modo de fazer? Basta misturar tudo com uma colher de pau, e armazenar em local fresco e seco num recipiente hermeticamente fechado. Pronto. Sirva com leite, ou com iogurte. Se quiser adoçar, use um pouco de mel ou açúcar mascavo. 

 

Personalize sua receita, substituindo as uvas-passas por outro tipo de fruta seca picada, ou usando outros tipos de castanhas e/ou amêndoas no lugar das nozes. 

 

#sempre que po$$ível, use produtos orgânicos!

 

Esfoliante #1 Outubro 27, 2008

Arquivado em: coisa de pele — Patrícia Magalhães @ 2:01 pm
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Minha gravidíssima psi-amiga Bel pediu uma dica de esfoliante “natureba”. Já ouvi falar de muitos, mas por enquanto fica a dica do que uso há anos: mel, sal e suco de limão. Simples assim:

 

  • Lave o rosto com água morna.
  • Num pires ou tigelinha de vidro, coloque 1 colher (chá) de mel, 2 colheres (chá) de sal, e 3-5 gotas de suco de limão (opcional).
  • Com cuidado, e sem muita demora (evitando, assim, que o sal se dissolva), misture os ingredientes com as pontas dos dedos. Muito cuidado para não deixar o sal dissolver, pois é ele que vai atuar como elemento abrasivo. 
  • Aplique o creme em toda a face, evitando a área dos olhos, e massageie com movimentos circulares por 1 minuto.
  • Lave o rosto com água fria.
  • Tonifique com a Maravilha Curativa do Dr. Humphreys (de preferência gelada).
  • Hidrate como de costume. Um hidratande com o fator de proteção solar adequado a sua pele é sempre o ideal.

 

Não sei você, mas eu só faço esfoliação uma vez por semana (ou quando tenho algum evento especial, para dar uma polida no diamante bruto que fantasio que sou!). Também evito me expor ao sol durante a aplicação de qualquer receita com limão (ou outras frutas cítricas) pois ele pode causar manchas. 

 

Semana que vem visito Bel e sua barriguinha/ona em Coimbra, e vou comer bacalhau até pedir pra parar!!! :>)

 

#sempre que po$$ível, use produtos orgânicos!

 

Puxando o saco… Outubro 27, 2008

Arquivado em: nada se perde, tudo se cria — Patrícia Magalhães @ 12:26 am
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O Diário Oficial publicou na semana passada a lei que determina a substituição, em até 36 meses, das “difíceis-de-engolir” sacolas plásticas por opções ecologicamente corretas, como as sacolas de tecido (reaproveitáveis) ou embalagens de plástico biodegradável, que se decompõem em apenas 18 meses — as sacolas tradicionais levam até 400 anos para se decompor!

 

Há alguns anos já levo minhas sacolinhas de tecido para o mercado. Grande parte dos mercados em NY e na Pensilvânia oferecem sacolas retornáveis a custo baixo, caso o cliente se interesse (entre as opções gratuitas, estão os tradicionais sacos plásticos, ou as “brown bags”, de papel). Alguns mercados oferecem desconto quando o cliente traz a própria sacola. 

 

Da próxima vez que for às compras, leve a sua sacolinha. Assim, aos pouquinhos, a gente puxa o saco…para fora de circulação.

 

 

“Realce! Quanto mais purpurina melhor” Outubro 26, 2008

Arquivado em: quem disse que cabelo não sente? — Patrícia Magalhães @ 2:54 am
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De bobeira no domingão? Esta semana testei uma receita que não é de comer mas é uma delícia. Bastaram duas colheres (sopa) de óleo de coco + 2 colheres (chá) de mel + 5 gotas de óleo essencial de lavanda + 30 minutos, e meus cabelos pareciam um móvel antigo pós-óleodeperoba.

 

Como fazer? Coloque o óleo e o mel numa xícara e aqueça em banho-maria; não precisa “cozinhar” o óleo, só aquecer (até derreter, caso esteja sólido). Acrescente o óleo essencial, e espalhe a mistura ainda morna em todo o cabelo, da raiz às pontas, massageando o couro cabeludo por cerca de 2 minutos. Cubra os cabelos com uma touca de banho e uma toalha quente, e deixe agir por 30 minutos. Em seguida lave com um shampoo neutro, e pronto. Fios brilhantes, com a cor do veludo, com amor, com tudo de real teor de beleza”.  

 

Para modelar, prefira um condicionador e/ou pomada sem-enxágue e, se possível, natural. Nas últimas semanas tenho testado produtos capilares que, embora comerciais, não possuem quase nenhum ingrediente que não seja natural. Estou super contente e meus cabelos também (precisa ver como sorriem pra mim, cheios de amor pra dar). Estes produtos que estou usando custam um pouco mais caro que os normais, não é fácil de achar em qualquer lugar, mas procurando com jeitinho você encontra (uma loja de produtos naturais seria o melhor lugar para procurar, é claro). Não vou sugerir nenhuma marca ainda porque não testei nenhum produto brasileiro deste tipo (tô na terra do Tio Obama), mas testarei os brazucas muito em breve e compartilharei a experiência por aqui. Se você testou algum, fala que eu te escuto. Enquanto isso, vou passando receitas que você pode fazer em casa, com produtos fáceis de achar e de custo relativamente baixo.

Uma última dica: se você tem cabelos secos, evite lavá-los com shampoo com muita frequência. Uma vez por semana é o suficiente (de preferência após hidratá-los com a receita acima); nos demais dias, lave os cabelos apenas com condicionador, massageando o couro cabeludo com carinho mas vigor, e retirando todo o produto durante o enxágue. Modele como de costume, com o seu leave-in de preferência, e como a sensação de brilho, de repente a gente brilhará”.  

 

p.s.2: o óleo de côco pode ser substituído por óleo de oliva ou de jojoba, e o óleo essencial pode ser qualquer um de sua preferência. A receita original deste post foi encontrada neste site cheio de outras receitas de produtos caseiros/naturais.

 

#sempre que po$$ível, use produtos orgânicos!

 

Diminuindo seu impacto no ambiente Outubro 24, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Patrícia Magalhães @ 6:00 pm
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A página de ciência e saúde do UOL tem um infográfico muito bem feito com dicas de pequenas atitudes que podemos adotar no dia a dia para diminuir nosso impacto no ambiente. Eu queria muito ter a habilidade de fazer um infográfico tão bem feito como este, mas como não sei animar nem boneco pintado à mão, aqui está o do UOL.

A única crítica é sobre o tamanho da fonte na faixa “o que não fazer”. Não sei se é problema do meu navegador, mas a fonte tá meio formiguinha nesta faixa, não dá pra ler nada. De qualquer forma, não esqueça de clicar na seta pra ir girando o relógio e não deixe de passar o mouse sobre as pessoinhas para ter acesso às dicas.

 

Você decide Outubro 24, 2008

Arquivado em: vinhetas — Patrícia Magalhães @ 12:23 am
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p.s.: Não, o Banco do Brasil não me patrocina.

 

Dá um caldo? Outubro 23, 2008

Arquivado em: comes e bebes, nada se perde, tudo se cria — Patrícia Magalhães @ 5:10 am
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Que tal não comprar caldo de carne, galinha, Maggi, Knor, Sazon, blablabla? Pois bem, já não compro há muito tempo, mas recentemente achei um substituto caseiro para eles: caldo de verduras. Tentei a primeira vez porque ia viajar por algumas semanas e percebi que a geladeira ainda estava cheia. Para não jogar fora a multidão de cenouras, tomates, folhas, cebolas, batatas e afins, coloquei tudo cortado em cubo ou rodelas grandes numa panela, duas ou três folhas de louro, alguns grãos de pimenta-do-reino, e ervas diversas. Cobri com água, cozinhei em fogo alto até o ponto de fervura, baixei o fogo e deixei cozinhando por cerca de uma hora ou mais. Depois disso, é só deixar esfriar, coar, e congelar o líquido em vários vasilhames pequenos. Para quem mora em casa, a parte sólida pode ir para uma pilha de compostagem (ou talvez seja possível fazer uma sopa cremosa, batendo tudo num processador de alimentos — ainda não tentei esta opção, quem tentar me avise).

 

Uso o caldo para fazer sopas ou no lugar da água ao cozinhar arroz, batatas ou feijões. Não adiciono sal durante a preparação do caldo, deixo para usá-lo apenas durante a preparação das receitas finais. Adapte o caldo ao seu gosto, usando quaisquer hortaliças/legumes/verduras disponíveis.

 

p.s.: descobri que também é possível congelar as sobras e cascas cruas das hortaliças/legumes/verduras até que se tenha o suficiente para fazer o caldo. Já estou acumulando as minhas sobras e cascas, mas ainda não fiz um novo caldo; ainda tenho bastante congelado da última tentativa.

 

#sempre que po$$ível, use produtos orgânicos!

 

2 hambúrgueres, alface, queijo, molho especial… Outubro 22, 2008

Arquivado em: comes e bebes — Patrícia Magalhães @ 8:18 pm
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Quem não lembra da musiquinha do Big Mac??? Se não me falha a memória, quando a McDonald’s abriu em Salvador teve até promoção: cante a musiquinha sem engasgar e ganhe um Big Mac. Alguém confirma? Ou eu sonhei, de tão excitada que estava quando abriu a McDonald’s do Rio Vermelho (e eu morando ali pertinho na Amaralina)? 

 

Semana passada estava com uma vontade DE LASCAR de comer um Big Mac…mas em geral meu cardápio não inclui carne vermelha. O que eu fiz? Improvisei, é ÓVBIO [sic], que eu também sou do jazz. Substitui o hambúrguer por tempeh, fiz uma “maionese” vegan, usei picles que preparei em casa, e matei o monstro que roncava de desejo carnal no meu estômago!

 

Para quem não sabe o que é tempeh (ou tempe), passa os zóios aí do lado. É um bolo de soja fermentada, muito popular na Indonésia, e muito usado pelos vegans por seu alto teor de proteína, além de fibras e vitaminas. Cortei um pouco o consumo de peixes e frutos do mar mas já estou meio enjoada de tofu e feijões, e preciso de proteína. Entre os “substitutos de carne” que tenho experimentado o tempeh me parece um dos melhores (mas um dia desses também irei apresentá-los ao seitan, que é igualmente uma delícia). Tem uma textura fibrosa, meio “carnuda”, e um sabor meio amendoado, e realmente dá uma enganada legal quando preparado como hambúrguer. Para quem gosta dos detalhes, segundo este site o tempeh “contém 19,5% de proteínas, ou seja, mais 50% do que os hambúrgueres normais. Não tem gorduras saturadas, é inteiramente livre de colesterol e contém apenas 157 calorias por cada 100 gramas.”

 

Nunca vi tempeh em Salvador, a primeira vez que comi foi aqui nos States. Mas tenho certeza que é vendido em casas de produtos naturais pelo Brasil todo (e se não está sendo vendido ainda, deveria, já que produzimos tanta soja). E chega de conversa, vamos à receita. Para o “molho especial” do meu Soya Mac (!!!) fiz a tal maionese vegan, uma “soyanese” [receita original aqui, usei meia receita porque só queria fazer duas porções, e o que sobrou usei como molho de salada no dia seguinte]:

 

1 1/2 colher (sopa) de suco de limão;  1/4 xícara (chá) de leite de soja;  1/8 colher (chá) de sal;  1/8 colher (chá) de páprica;  1/8 colher (chá) de mostarda (de preferência Dijon);  3 colheres (sopa) de óleo vegetal (de preferência óleo de oliva)

Bata todos os ingredientes — EXCETO o óleo — no liquidificador, na velocidade mais baixa [na linguagem do Créu, seria qual?]. Pouco a pouco, adicione o óleo, e continue batendo em velocidade baixa, até engrossar [affe, tá ficando pornô!]. Transfira para um potinho de vidro, e guarde no refrigerador. Como não contém conservantes, recomendo que use em poucos dias. 

 

O picles também fiz em casa, mas deve ser feito pelo menos um dia antes — prometo postar a receita do picles esta semana.

 

Bem, o resto é simples. Corte o tempeh em fatias, na espessura de um hambúrguer. Deixe marinar por uns dez minutos em molho shoyu (uso cerca de 1/2 colher de sopa de shoyu para cada fatia), e frite em um pouco de óleo vegetal, como fritaria um hambúrguer. Se achar que está ficando muito ressecado, respingue um pouco de água na panela enquanto frita — com cuidado,  para não se queimar. 

 

Ah, enquanto o “tempehburguer” estiver fritando, coloque uma ou duas fatias do seu queijo de prefência num pão de hambúrguer  e leve ao forno até o queijo derreter um pouco. Depois de frito, você sabe o que fazer com o “tempehburguer”, né? Coloque no pão+queijo, acrescente um pouco da “maionese”, picles caseiro [receita coming soon], alface americana, rodelas finas de tomate e cebola, e salpique com um pouco de semente de gergelim (tostada ou não). Está pronto o seu  ”Soya Mac”. DILÍCIA!!! 

 

#sempre que po$$ível, use produtos orgânicos!