pausa poética #1

 

 

 

No mistério do sem fim

equilibra-se um planeta.

 

E, no planeta, um jardim,

e, no jardim, um canteiro;

no canteiro uma violeta,

e, sobre ela, o dia inteiro,

 

entre o planeta e o sem-fim,

a asa de uma borboleta.

 

(“Canção Mínima”, de Cecília Meireles)

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Um pensamento sobre “pausa poética #1

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